No
Hemisfério
Norte, a noite
de 24 de Dezembro
é a noite mais longa
do ano, pois é o solstício
de Inverno. Em tempos longínquos,
os nossos antepassados, com medo dos
espíritos malignos, acendiam fogueiras durante
toda a noite para os afugentarem. Hoje, na maior
parte do mundo, iluminam-se as cidades, as vilas,
as
aldeias e as casas. Não por causa do medo,
mas da necessidade
que nós temos de festejar. Houve épocas
em que os homens paravam
as actividades belicosas para fazerem trevas. Já
que hoje em dia as nações ou
os países envolvidos em guerras ou lutas não
sabem parar, sejamos nós a fazer essa alta,
essa paragem na correria das nossas vidas. Que cada
um de nós faça essa trégua
para encontrar a paz em seu coração
e poder compartilhá-la com os outros.
Compartilhá-la com os nossos familiares, amigos,
vizinhos
e colegas de trabalho. Não esqueçamos
os "sem-nada",
os que têm simplesmente uma
mão para nos estender.
Assim o nascimento
do bebé que festejamos,
há mais de dois mil anos,
poderá nesta época
festiva, lembrar-nos
que ele veio anunciar
a paz aos homens de boa
vontade. Mas essa paz anunciada,
pertence a cada um de nós de a
pôr em prática. Toda esta festa se resume
em
AMOR e PAZ.
Ah! quando o homem souber conjugar o
verbo AMAR, em todos os tempos, a paz e o bem-estar
estarão presentes em todos nós.
A redacção do Lusilinha não pode
esquecer os seus leitores que, "por esse mundo
fora" com neve, frio ou calor, se preparam para
compartilharem uns com os outros estes momentos festivos.
Boas Festas de Natal e Ano Novo Feliz para todos vós
e vossas famílias.