|
  
........Nesta
edição, damos a conhecer alguns comentários
que recebemos sobre o trabalho que publicamos na primeira página
do nosso último número "Um
Fantasma Chamado Terrorismo".
........Entretanto,
iniciamos a presente edição com um poema que nos
fala duma maneira diferente de morrer; diferente daquela subscrita
pelas balas e baionetas sanguinárias de interesses financeiros,
petrolíferos, religiosos e as demais coisas.

SEM
NOME
Sou
eu por vezes;
Quero poemas, quero cores, quero traços,
Envolvo tudo em meus braços
E deixo-me morrer de amor
!!!
Clara
Esteves
|